Hey peoples,

Estou mega atrasada com o post para mostrar meu Planner 2017 para vocês, mas antes tarde do que nunca, não é mesmo?!
Esse é o primeiro ano que usarei planner, então será uma experiência totalmente nova e espero gostar.
Meu planner escolhido é o da Amandita Ateliê. Já comprei vários artigos de papelaria com a Amanda e por isso optei por um produto que tinha absoluta certeza que seria de qualidade.
A Amanda permite que o cliente personalize o seu planner do seu jeitinho, então podemos escolher a estampa, além do nome que você deseja.
A minha estampa escolhida foi essa com um fundo meio amarelo que possui várias imagens que representam o que espero desse ano. Quero viajar muito, me divertir, arrumar um bichinho para cuidar, tomar muito café e comer bastante, óbvio haha
O nome escolhido também tem a ver com minha fase atual da vida. Eu estou numa fase de redescobrir meus sonhos e de não deixá-los guardados dentro de mim. Quero lutar por cada coisinha, até mesmo as mais bobas!

No meu Planner eu irei fazer o planejamento do blog e do mestrado, pois estou numa fase muito corrida e quero deixar minhas metas de cada dia muito bem definidas.
Junto com o Planner, a Amanda me enviou um caderno do tipo moleskine e alguns grampos como brinde e eu babei muito. Ela sempre tem esse cuidado especial com seus clientes e é perceptível como tudo é feito com carinho!
 
Tudo que veio no pacote do amor
Os detalhes do Planner idealizado pela Amanda dá um toque todo especial ao produto. Temos um parte destinada para metas de cada mês, outra para o planejamento semanal, além dos gastos, datas importantes e possíveis anotações. Cada mês tem um tema definido e nos é presenteado com uma frase de impacto. A Amanda trabalhou muito para dar aos seus clientes um ótimo trabalho!
Alguns detalhes do planner por dentro
Eu fiz um vídeo para mostrar cada detalhe do planner, então se quiserem conhecer melhor o produto por dentro é só dar player haha
Me contem como vão organizar o ano de vocês! Espero que tenham gostado do Planner!

Redes Sociais da Amandita Ateliê:

Beijinhos da Lice

Oi, gente!

A resenha de hoje é sobre “Sonata em Punk Rock” escrito pela Baby Dewet. Eu estava há tempos atrás desse livro.

“Sonata em Punk Rock" é a história de Valentina Gontcharov (eu, a pessoa com sobrenome russo, tive que olhar o nome no livro), autodidata e dona de um ouvido absoluto. Filha única de mãe solteira, de classe média, meio estilo Harry Potter, meio Mia Thermopolis, meio Percy Jackson, ela descobre que tinha um legado inesperado. Que seu pai, então ausente, um famoso violinista, está disposto a pagar uma escola caríssima para ela. Esta seria a única oportunidade que “Tim”, como prefere ser chamada, teria na vida de ir para a academia de música Margareth Vilela, em Vilela, cidade da música. E claro, ela passará por vários obstáculos, inclusive a barreira que ela mesma impõe à música clássica, para aprender e se encaixar naquele lugar, enquanto aguenta o peso do nome, e a admiração que sentem por ela muitas vezes vir do homem que ela mal conheceu, e não considera pacas.

A escrita da Babi Dewet é muito gráfica e dinâmica. Me fez virar as páginas rápido, e terminar de ler no mesmo dia. O tema já foi revisitado, a questão de um/uma escolhido/a  relutante, que se vê em uma situação de aprendizado, em um lugar diferente, e recebe armas, mentores e aliados, para cumprir a sua missão. É trajetória do herói toda.
O que não é uma crítica. As melhores histórias seguem esse caminho: Harry Potter, Senhor dos Anéis. E aqui, temos uma protagonista, que sai em uma aventura para conseguir algo para si mesma: A realização de se tornar a melhor musicista que ela puder.

Gostei muito da construção da Tim. A personagem principal é simpática, achei interessante ela ter seus defeitos (teimosia e ansiedade, por exemplo). Uma coisa digna de nota (ha) na história foi que ela segue uma tendência que tenho visto ultimamente, de personagens femininas, fortes, e que não competem com outras mulheres por um homem.
Talentosa, feminista, fofa. Em pouco tempo, eu já considerava a Valentina uma amiga.

Outro ponto positivo: as músicas. Quase todo livro do gênero Young Adult que eu leio hoje em dia tem a sua própria trilha sonora, geralmente composta por clássicos dos anos 80 e 90, para agradar ao público e criar o clima. Paula Pimenta está aí, que não me deixa mentir.

O diferencial deste é que a trilha sonora, que ao início de cada capítulo reflete o crescimento da Valentina ao longo dos seis meses na academia. Começando com Rock & Roll, da Joan Jett, passa por David Bowie e chega a Concerto para 2 violinos, de Vivaldi, e Sonata para Piano, de Stravinski. Enquanto lia, fui procurando as músicas clássicas da playlist da Tim, e eu, que também tinha um certo preconceito com música clássica, me vi abrindo a mente.

O enredo da história com a Tim se adaptando à escola de música, me remeteu a uma série australiana, totalmente viciante, chamada Dance Academy. Pontos como a rigidez da escola, a luta da personagem para não perder a sua essência, os amigos e as competições de música. Acho que a música clássica também contribuiu para essa associação.

A única coisa que impediu que eu me apaixonasse completamente pelo livro, foi o protagonista masculino, Kim. Eu entendo que ele seja assim por N motivos, pelos traumas que passou, mas, assim como a própria Tim, eu tive muita vontade de dar uns tapas na cara dele. As justificativas encontradas para o comportamento dele não convenceram. Sabe aquela amiga que gosta de um cara mala, abusivo, escroto mesmo, que ninguém suporta, mas todo mundo fica sem graça de alertar a garota, por medo de uma discussão feia? O Kim é o cara. Muitas vezes, eu tive ganas de pegar a Tim pelo ombro, e falar “Migaaaaa esse cara é um encosto. Sai dessa!”. Mas isso sou eu, que tenho pavor de homem que posa de vulnerável mas é incapaz de dizer bom dia pros outros.

Eu imaginei esse ator, enquanto lia.
Jordan Rodrigues, apesar do nome, é australiano.
Ele fez papel de Christian Reed, em Dance Academy, e foi um personagem que me deu tanta raiva quando o Kim. 
Apesar disso, palmas para a Tim (e para a sua criadora, Babi), por não deixar a história girar em torno da relação dela com o “talentoso” pianista Kim. Em certos aspectos, ela era bem madura para tomar decisões. Talvez por ter 18 anos, ao contrário da maior parte das heroínas de livros YA. Mesmo assim, Deus sabe que eu mesma não era tão madura na idade dela. E daí, que a jovem tem dedo podre para escolher homens né? Ninguém é perfeito. 

"Sonata em Punk Rock" é o primeiro volume da série Cidade da Música. O final me deixou ansiosa pelo próximo.

Livro: Sonata em Punk Rock
Autora: Babi Dewet
Gênero: Young Adult 
Número de Páginas: 300
Editora: Gutenberg
Classificação: 

(Tirei uma nota por causa do Kim)





Beijinhos da Lari

Olá amores, tudo bem com vocês?

O blog conseguiu fechar mais uma parceria ~ dança da alegria ~! Dessa vez a parceria é com a Alana Gabriela, uma autora versátil que consegue passear em todos os gêneros da literatura. Então, vocês verão várias resenhas bem diferentes dessa autora talentosíssima.
Vamos conhecer mais sobre a Alana e suas obras?!



Sobre a Autora:
Alana Gabriela é uma acadêmica autora. Divide seu tempo entre bloggar, escrever, tocar violão, assistir seriados, tipo, The Walking Dead e The Blacklist; ouvir música Indie e Jazzy, ler e estudar na UFS.
Alana gosta de olhar para o céu em dias de chuva!






É hora de conhecer as obras da autora e adianto que não são poucas, como já havia dito:


SINOPSE: “O amor é a meta infinita da história do mundo.”Histórias em Retalhos é uma coletânea de histórias curtas intrínsecas e sinceras, que narra de forma sensível o sentimento mais singelo de todos: o amor. Um relato de uma mãe introspectiva, o amor de uma irmã pelos irmãos, uma carta de uma garota apaixonada para seu melhor amigo e uma filha que enfrenta dificuldades com a perda dos pais. Além, de uma história extra sobre o descobrimento do amor pela leitura.Todas essas histórias compactam a sutileza e nuances desse sentimento dolorido, complicado e bonito em seus diversos ângulos. Skoob / Amazon



SINOPSE: "É melhor ser enganado do que não confiar."Um assassinato. Um caso sem suspeitos... Uma testemunha ocular misteriosa.  Após a morte de sua mãe, Helena, em um passeio à Saquarema, Cora se vê solitária e desestabilizada pela perda do pilar de sua vida. Reclusa, a garota se torna relapsa e instável. A relação com seu pai bem como com a maioria das pessoas a sua volta fica cada vez mais distante e frágil. Sua vida caótica vira do avesso quando presencia uma tentativa de homicídio que põe a vida de Lucas, seu amigo, em perigo. No processo, Cora é feita refém de um criminoso enigmático que está disposto a tudo para trazer à luz todos os segredos que rodeiam a morte de Helena. Ela só precisa decidir entrar no jogo. Entre mentiras, assassinatos e segredos perigosos, Cora se vê num impasse pelo qual lado se aliar. Ela precisa decidir qual segredo é digno do silêncio e se estará pronta para desencadear o efeito dominó. Skoob / Amazon

SINOPSE: Em 1914 dá-se início a um conflito de proporções inimagináveis que marcou para sempre a história da humanidade. A I Guerra Mundial. A barbárie e a violência desse embate destruiu uma geração inteira de poetas, artistas, escritores, músicos, de inventores e atletas. Foram mais de 19 milhões de vidas ceifadas, entre soldados e civis. Homens, mulheres e crianças que viram suas vidas e famílias destruídas pelos horrores das bombas, tiros e gases tóxicos. Tudo isso foi resultado de uma série de fatores que colapsaram as estruturas políticas da Europa no Início do Século XX, mas teve como estopim o atentado que levou à morte do arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono Austro-húngaro, e sua esposa em 28 de Junho de 1914 em Sarajevo.O homem que o matou chamava-se Gavrilo Princip. Um jovem engajado em uma luta revolucionária e membro do grupo terrorista Mão Negra. Os tiros deflagrados por ele acenderam o pavio de uma bomba que estava prestes a explodir.O que se escondia por trás da mente desse homem? Quais segredos, paranoias ou dilemas ele viveu até aquele momento?Neste livro, Seth Richards, um jovem que em um universo fictício e em um tempo mais recente serve como um espelho do que imaginei como sendo a mente do algoz de Francisco Ferdinando. Dessa forma podemos viajar entre o brilhantismo e a psicopatia desse personagem enigmático e sombrio.Poderemos viver junto com Seth Richards suas dúvidas entre as alucinações e a realidade, entre o conformismo e a revolução, entre o amor platônico e a violência da paixão.Seth R. é um jovem extremista, um pensador que vive entre aulas matinais na faculdade e noites de treino numa sociedade clandestina e assassina em Vojerasa. Seth tem duas obsessões que controla com frieza e paciência: manter Lauren, seu amor platônico e sôfrego, pura para sempre e matar o conde Luendres Marquez. Tudo foi planejado. Ele tem um plano perfeito. O mártir perfeito em quem se apoiar. Seth fará o impensado e causará a Primeira Grande Guerra. Skoob / Autografia

SINOPSE: “Qualquer um pode cometer um erro.”Yoko sempre teve uma vida relativamente boa e estável. Todo ano participava da organização do Festival Cherry Blossom, tinha amigos na escola, tocava violino e estava treinando para fazer parte da orquestra da Juventude de Macon quando tudo começou a dar errado. Seu pai causou um grave acidente e foi parar na prisão. Sem a referência paterna, e com todos os problemas financeiros que se acumularam, o distanciamento da mãe, Naomi, que está a cada dia mais se afundando em trabalho, Yoko vê o que sobejou de sua família, totalmente desestruturado. Em meio à dor da perda, Yoko conhece Aidan Hirsch, um garoto que parece tão desestruturado quanto ela, taciturno e solitário, e que é capaz, acima de tudo, de não julgar, simplesmente ouvir. Aos poucos, um sentimento singelo e inefável ganha forma, surgindo uma história delicada de autoconhecimento, arrependimento, culpa e superação que poderá mudar a vida desses adolescentes se assim escolherem. Skoob / Amazon

Redes Sociais da Autora:

Queria deixar aqui os meus agradecimentos a autora por selecionar o blog e acreditar no meu trabalho! Fico muito feliz com cada oportunidade que é depositada aqui no meu cantinho de paz, quer dizer, no nosso cantinho da paz né Pedro e Lari?!

Beijinhos da Lice 

Olá meninas e meninos!!!
Estava com saudades de vocês. Primeiro gostaria de agradecer a todos que comentaram no post de quarta passada falando sobre SUPERAÇÃO. Todos os comentários foram muito importantes. Fiquei várias vezes emocionado. Vocês são 'bixo quente mesmo'. Gostei de ver!!!
Quero começar fazendo uma pergunta pra vocês: QUAL É O MAIOR SONHO DA VIDA DE VOCÊS?
R:

Talvez eu tenha pego alguns de surpresa. Outros tem a resposta na ponta da língua. Alguns até enterraram seus sonhos, desistiram ou nem se quer sabe direito o que significa a palavra sonhar.
Você cresce com essa pergunta não é mesmo 'o que você quer ser quando crescer?' A gente inocente responde uma profissão que sonha ser por algum motivo. Na minha infância meu sonho era ser professor, pois tinha os meus como exemplo.
Certa vez, já com 15/16 anos de idade me fizeram essa mesma pergunta que fiz pra vocês, qual era o maior sonho da minha vida? E, respondi que era viajar o mundo inteiro. Já conheço algumas partes do mundo... É meu bem, sou chique! Não ganhei na mega´(ainda), mas tenho internet em casa e o GOOGLE que me leva para vários países mundo a fora. Sem contar nos livros que leio que já me levaram a cada lugar, incrível!! Acho que vocês já foram meus colegas de algumas dessas viagens literárias. E, hoje em dia permaneço com esse sonho, mas tenho vários outros que posso listá-los aqui pra vocês por ordem alfabética e tempo que sonho por algo.
Mas o meu intuito com esse post não é falar dos meus sonhos, e sim, dos sonhos de vocês. E fazer com que vocês reflitam sobre o que tem feito para chegarem até a glória da realização de um sonho simples que seja?

Mas você pode dizer: 'Pedro meu sonho é impossível. Já desisti, cansei dessa vida de ilusão. Não consigo arranjar um namorado(a) igual ao da novelas das 21:00 ou dos comerciais de TV. Já tentei de tudo e nada!!! Sonhar não é pra mim.' EPA!!! Calma ai amiga(o). Vamos voltar a sua infância novamente... Você lembra quando seu sonho era ANDAR DE BICICLETA, detalhe, sem rodinhas, e conseguiu?! Você lembra quando você era adolescente e seu sonho era ter CRÉDITO NO CELULAR pra  mandar SMS para os amigos, e sempre dava um jeito de colocar crédito?? Meninas, vocês lembram que o sonho de vocês era ter uma FESTA DE 15 ANOS, e sua família deu um jeito de ter pelo menos um bolo pra não deixar passar em branco??? Vocês lembram quando o sonho de vocês era PASSAR NO VESTIBULAR e conseguiram??!! Pois então, vocês tem tantos exemplos na vida mostrando que vale a pena sonhar, que nem se percebem. Mas pra se chegar na realização desses sonhos não foi tão fácil como imaginávamos. Não é verdade?! Quantas vezes não caímos ao tentar andar de bicicleta sem rodinha. Quantas vezes não tínhamos dinheiro pra pôr crédito no celular. Quantas vezes, meninas, vocês imploraram pra mãe de vocês uma festa de 15 anos e ouviram um não. Quantas vezes você tentou passar no vestibular e não conseguiu. Sorte de quem passou de primeira. Merece um beijo na testa! E hoje em dia não é diferente.
Por que sonhamos tanto? Talvez seja pra fazer a gente sempre correr em busca dos nossos ideais. O que seria do ser humanos sem sonhos? Não seriamos nada! Só sonha quem é capaz tornar um sonho realidade. Nada é impossível. Basta acreditar no seu potencial e capacidade, que muitas das vezes vocês mesmo desconhecem.
O livro que trago como indicação desse tema é NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS de Augusto Cury. Não tem como ser outro. Quando penso nesse tema, me lembro desse livro.

O livro mostra porque Augusto Cury é um autor tão consagrado, ele nos inspira a sonhar, a buscar os sonhos por mais difíceis que possam ser, a nunca desistir de tentar... E para isso, ele conta a historia de 4 grandes sonhadores: Jesus, Abraham Lincoln, Martin Luther King e ele mesmo, Augusto Cury.
"Sem sonhos, as perdas se tornam insuportáveis, as pedras do caminho se tornam montanhas, os fracassos se transformam em golpes fatais. Mas se você tiver grandes sonhos... Seus erros produzirão crescimento, seus desafios produzirão oportunidades, seus medos produzirão coragem. Por isso meu ardente desejo é que você NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS" (Augusto Cury)

Pois então, o lema que trago pra vocês hoje é... DESISTIR É PARA OS FRACOS. E SONHAR É PARA OS FORTES!
DEUS que te deu esse sonho. Se ele te deu é porque você é capaz de realizar.

Espero que vocês tenham gostado do assunto de hoje. É um tema bastante amplo se deixasse falaríamos muiita coisa. Mas creio que vocês capitaram a mensagem VOCÊS SÃO CAPAZES DE REALIZAR O SONHO DE VOCÊS. Pode parecer que não vai da certo. Basta olhar pra dentro de você e ver a força que tem. E com a ajuda de DEUS, nada dará errado.

Espero mais uma vez os comentários de vocês falando sobre o assunto. E quem ainda não segue meu perfil de leitura, passa lá no instagram @caisdaleitura e deixe seu like no IG. É muito bom sempre estar com vocês.

Beijos no coração de vocês, Pedro

Oii amores, tudo bem com vocês?

A resenha de hoje é de um livro que me causou raiva, me fez pensar em tudo que fiz da minha vida até esse momento e me fez chorar (muitooooooooooooo)! Então, vamos lá?! Estejam preparados, e não julguem, em hipótese alguma julgue o livro pela resenha, pois muitas coisas necessitam ficar escusas e esse livro tem muito a oferecer!

Momento Errado: Afinal, existe momento certo para amar alguém?
Autora: Giulliana Fischer Fatigatti
Páginas: 415
Nota: 💙💙💙💙💙
Onde Comprar: Amazon

SINOPSE: As vidas de Manuela e Leonel colidem nas escadas da faculdade, dando início a uma grande e diferente amizade. Ele faz pós graduação em Marketing e tem planos de se mudar para o exterior em pouco tempo. Ela está no sexto semestre de publicidade e propaganda e estagia em uma das maiores agências da cidade.Ele é cheio de metas. Ela, vive entre dois mundos, a vida real e o mundo fantástico. Ele já fez 30 anos e ainda busca sentido para a sua vida. Ela, apenas vive, sem se preocupar com o sentido. Ele é prático e lógico. Ela é dramaticamente romântica e sonhadora. Ele segura as palavras e controla sentimentos. Ela é intensa, não suporta fingir não sentir. Ele quer conhecer o mundo. Ela fez dele, o mundo dela. Ele possui um segredo. Ela não faz nem ideia. Ele diz que ela é a pessoa certa, só que na hora errada. E é nesse momento que ela passa a questionar se realmente existe a hora certa.
"Momento Errado" nos apresentará a história de Manuela e Leonel. Manuela é uma garota calma, com resquícios de timidez. Ela cursa Publicidade & Propaganda e atualmente faz estágio na Freed Mind, uma das agências mais conceituadas da área. Ela acabou de mudar de faculdade, em grande parte pela praticidade e também pelo incentivo da sua amiga, Miriam. 
Em uma das noites na faculdade, seu destino acaba cruzando com o do sedutor e extremamente lindo, Leonel. O Leonel é um homem de 30 anos que cursa pós-graduação. O encontro deles pode ser considerado um grande clichê, visto que ele derruba os livros dela na escada e aquela troca de olhares afeta a Manu.

Logo após esse encontro, ao encontrar Miriam na lanchonete, Manu não consegue esconder que algo lhe afetou e ao ver que ela não para de olhar para o Leonel, Miriam logo lhe adverte, dizendo que ele não presta e é o maior pegador de toda a faculdade, a fama dele não é nada boa. Manu trata de dizer para a amiga que não se sentiu afetada, mas ela sabe que algo diferente está nascendo dentro de si.
"Ele tira de mim o vazio que às vezes teima em rondar"
Aos poucos, Leonel vai tentando se aproximar de Manuela, lhe oferecendo carona e ela negando, pois já sabe de sua fama. No entanto, entre eles vai surgindo algo, que no principio é uma amizade. Aquela amizade banhada de desejo nos olhos de ambos.
No trabalho, Manu está com um grande contrato para ser fechado e no dia da reunião ela tem uma grande surpresa ao se deparar com o Leonel, ele é um dos representantes da tal empresa. Agora, além de vê-lo todas as noites na faculdade, ela também o verá nas reuniões semanais do pré-contrato.

Em meio a rotina de ambos, eles acabam por não esconder o desejo, mas Leonel é criterioso e adverte que não é bom para relacionamentos, que ele só quer pegar no momento e não se apegar. Manu sempre foi uma romântica convicta, daquelas que acredita no "amor verdadeiro" e único, mas por algum motivo aceita se envolver com o Léo e ter uma espécie não-relacionamento, sem cobranças, sem sentimentos e principalmente sem apego. 
Será que isso vai dar certo? Ela vai conseguir não colocar sentimento na relação? O Leonel é um homem realmente sem sentimentos?
"O que ficou foi a certeza esmagadora de que era a pessoa certa para ele... No momento errado"
A Manuela é uma personagem como eu, como você e como muitas garotas que conhecemos por aí. Ela é ingênua até certo ponto e já teve seu coração fortemente machucado pelo seu ex que lhe traiu. Depois da traição, ela jurou para si mesma que não se relacionaria com mais ninguém, apenas se aprofundaria nos seus estudos e no seu trabalho. Mas, tudo isso veio por baixo quando conheceu o Léo, ele fez ela sair de sua concha e aceitar viver algo que até então considerava inaceitável.

Já o Leonel é completamente o oposto da Manu. Tem espírito livre, é boa pinta, pegador, tem confiança de sobra e parece estar sempre seguro em suas ações/decisões. Ele é o típico personagem que faz qualquer mulher suspirar (e não é pouco!). Um pegador nato, que a cada semana tem uma mulher diferente em sua cama e não pensa, em hipótese alguma se apegar a alguém neste momento, usando como desculpa a viagem que fará logo mais para a Dinamarca. Porém, ele esconde muitas coisas dentro de si, ele é uma grande confusão e nem ele mesmo consegue se entender.

A relação dos dois é muito conturbada. Quando estão conversando (o que acontece em maior volume pela internet, via Facebook e Skype) eles parecem se entender, conversar até sobre temas profundos. Contudo, quando se encontram pessoalmente é como se não passassem de conhecidos que não passam de um "oi, tudo bem?". Isto, me deixava mais confusa que a coitada da Manu, pois ela não conseguia entender a bipolaridade do Léo. Ele é um verdadeiro iceberg, daqueles que você não sabe onde começa e principalmente onde termina. Um homem de gelo!
"Estar apaixonada é isso, esse misto de euforia e depressão. é uma montanha-russa, e você está nela"
Como ambos não possuíam um relacionamento (estavam longe disso), Manu presenciava constantemente cenas do Léo com outras garotas na faculdade ou no barzinho. Ele parecia não se importar se isto a afetava, para ele era algo normal e Manu já não conseguia esconder de si mesma o que estava sentindo.

Confesso que essas cenas me perturbaram muito durante a leitura, aceitar a imparcialidade e o sofrimento que a própria Manu causava em si, para mim soava como algo inaceitável. No entanto, ao terminar de ler o livro eu parei e me perguntei: você já foi uma boba quando estava gostando de alguém? Quantas vezes você aceitou algo que outras pessoas "acham" que não aceitariam?
É tão fácil julgar alguém, mas a Manu não passa de uma personagem real. Ela não é tão forte quanto gostaria, assim como eu não sou tão forte quanto gostaria. Para mim, ela foi uma das personagens mais reais que tive contato, com todas as suas inseguranças, medos e "submissões". 
"Ele é a minha droga, o sujeito e objeto do meu drama, será que existe explicação científica para isso?"
O livro é narrado em primeira pessoa pela Manu, então sentimos junto com ela todas as angústias que lhe afetam. Mas também vemos o quanto os momentos relax entre ela e o Léo são lindos, o quanto ele representa em sua vida e o quanto ela deseja que apenas por algum tempo todo sentimento possa tornar-se recíproco.
Léo e Manu vivem momentos lindos e únicos. Ele permite abrir um pouco do seu mundo para ela e ela faz o mesmo. Eles trocam sonhos, ele quer viajar o mundo se aventurando, ela quer perder seus medos. Mesmo sendo uma relação não definida, quem está de fora percebe o quanto eles estão ligados e a negação é só mais um sintoma disto.

Os personagens secundários também conseguem ser bem construídos. A Miriam é uma amiga que só quer o bem da Manu, porém ela não é o tipo de amiga para quem a Manuela se abre. A relação delas ficou um pouco confusa para mim, eu esperava uma cumplicidade, mas não é isso que temos. 
O chefe da Manu, Renato, é um personagem amoroso, aquele que não tem o holofote em si, mas que consegue cativar o leitor. 

A história irá se passar em um período de quase 2 anos, então as emoções cada vez mais serão intensas e profundas. O final desse livro foi um soco no estômago, mesmo tendo conseguido captar todas as dicas que a autora soltou durante a obra, ainda assim ler os últimos 20% do livro tornou-se uma tarefa difícil. 
O livro me afetou de todas as formas e causou o famigerado e conhecido buraco no peito, uma parte de mim foi consumida naqueles últimos capítulos.
"Talvez sejamos como o resumo de um cursinho pré-vestibular: acreditamos que entre nós ossa haver química, mas não há. O que existe entre nós é física, ou melhor, é simplesmente físico. Talvez, haja também um pouco de biologia e geografia, pois, desbravamos o corpo um do outro. Pode até ser que haja um pouco de gramática, somos bons com as palavras, mas, percebo que entre  nós jamais haverá história. Nossa história" 
Quanto a diagramação não tenho muito o que falar, visto que o livro só está disponível em e-book. Encontrei alguns erros gramaticais na obra, nada que afete profundamente a leitura, são coisas pequenas que acontecem quando se publica um livro de forma independente.
Cada capítulo se inicia com uma frase ou trecho de uma música que fala muito sobre o que leremos. Amei esse cuidado da autora em separar cada frase com carinho e atenção! E a capa não poderia ser mais perfeita, ela fala por si só.
A escrita da Giulliana é limpa, leve e gostosa. Ela consegue passar claridade a cada linha e o leitor se sente envolvido pela obra, foi uma delícia de livro que não entendo porque demorei tanto para ler (quase uma semana).

Manuela e Leonel tinham tudo para não se darem bem, para serem dois estranhos. Porém, algo mais forte os uniu, os juntou e fez com que um não-relacionamento fosse iniciado. O acordo era que seria apenas sexo, sem sentimentos, mas separar as duas coisas pode ser bem difícil, principalmente quando esse homem é lindo de morrer e tem muito a mostrar. 
Duas pessoas com personalidades diferentes, duas pessoas com muito a esconder e pouco a mostrar. Um homem que está em uma constante montanha-russa, oscilando de humor e de ações. Uma mulher que deixou para trás seus sonhos e que se fechou no seu canto, mas tem muito sentimento dentro de si.

Aprendi com esse livro que até os mais remotos sonhos da alma devem ser reacendidos. Não podemos nos tornar pessoas lineares, sem sonhos, pois uma vida sem sonhos é apenas um borrão. Você é tão jovem, tem tanto a viver, então levante-se e vá atrás daqueles sonhos que está adormecido. Na sua vida, à apenas um empecilho e ele se chama: VOCÊ! Enquanto você continuar a se limitar, enquanto você não se aventurar, sua vida não fará sentido.
Levanta a bunda da cadeira, coloca coragem no seu corpo e seja insano. Viva insanamente, pois cada momento é único e podem acabar em apenas um segundo. Sua oportunidade de ser feliz é o agora, não desperdice isto! Os momentos errados não existem, pois é cada pessoa que faz o seu momento certo!
"Eu não quero ser apenas o ensaio dele, onde no fim, na noite de estreia, é com outra que ele fara o grande número, eu quero ser a protagonista e não a coadjuvante"
  
Quero agradecer a Giulliana pela oportunidade, foi maravilhoso ler esse livro e passear entre as mais diversas emoções! A autora já confirmou que em breve tem a continuação do livro, mas não se preocupem, o final de "Momento Errado" está muito bem amarrado. A continuação irá ser um presente para os leitores!

Redes Sociais da Autora:

"Temos que sentir os sentimentos até o fim, sejam eles quais forem, seja dor ou paixão, amor ou nostalgia e eu só consigo me libertar deles se os sentir até o seu máximo"
Beijinhos da Lice 

Olá, meus já queridos leitores. A resenha que vocês lerão hoje não é sobre um filme alegre, uma série animada, muito menos um livro com final feliz. E asseguro que escrevo porque sou forçada, por ter testemunhado os eventos via Netflix. Mas vocês têm escolha. Não precisam olhar. Corram, corram enquanto é tempo. Para o rio, para a floresta.
Ainda estão aqui? Então tá, mas depois não me culpem. Não digam que eu não avisei.
Para quem não sabe, não leu os livros ou não viu o filme, “Desventuras em série” conta a história de três irmãos: Violet, Klaus e Sunny. Violet, com 14 anos, é engenhosa; Klaus, de 12, é um leitor voraz com uma memória incrível; e Sunny, um bebê de 6 meses, é uma mordedora com língua afiada. O azar deles começa quando seus pais morrem em um incêndio, e, repentinamente órfãos, eles são deixados pelo incompetente Mr. Poe aos cuidados do inescrupuloso Conde Olaf, um péssimo ator que está interessado na fortuna dos irmãos e os escraviza.
Quando eu soube que “Desventuras em série” seria adaptado e transformado em série pelo Netflix, fiquei aliviada. Afinal, o infortúnio dos irmãos Baudelaire teria mais uma oportunidade de ser visto, dessa vez de forma mais fidedigna, mais meticulosa, com muito mais atenção aos detalhes e à caracterização dos personagens. E não me decepcionei.

“Desventuras em série” tem um lugar todo especial no meu coração. Quando li a série de livros infanto-juvenis, eu estava fazendo intercâmbio, em uma das épocas mais transformadoras da minha vida. Eu tinha 18 anos e os livros eram da minha irmã anfitriã, que na época tinha 9 anos. Sacaram o que eu quero dizer?

O estilo do escritor, colocando o narrador como um dos personagens, usando um visual gótico steampunk, desencorajando os leitores a continuarem a leitura, me marcou. E não consegui parar até chegar ao final. A história não era um tatibitate para pré-adolescentes. Não era nem fantasia, nem romance, gêneros comuns nessa faixa etária. Era ficção gótica para adolescentes. Era sombria, era brutal em certos pontos. E, à medida que eu virava cada página, ficava cada vez mais presa naquele universo, um pouco parecido com o de HQs.

É aí que está a beleza da série do Netflix.  Ao contrário do filme de 2004 com Jim Carrey, que bateu três livros no liquidificador, colocou um final piegas, tudo com um olho na bilheteria e a menor vontade de agradar ou respeitar os fãs, a série tem conseguido captar o espírito dos livros com uma fidelidade impressionante. É claro que uma série tem mais chances de fazer isso acontecer, por ter mais tempo, ao passo que com o filme, seria necessário um para cada livro.

A série já começa lacrando tudo com Neil Patrick Harris no papel do temível conde Olaf. O que é o Neil Patrick Harris? Ele é um ator maravilhoso, que já foi garanhão de How I met your mother, já foi Doogie Howser, já foi namorado capacho de Amy Exemplar, e agora é Conde Olaf. E ainda arruma as melhores fantasias para o Halloween.


Agora, olhem bem para esta caracterização. O papel do Conde Olaf não é apenas o de um vilão cômico. O Conde Olaf é um ser asqueroso. Os órfãos são gênios, e eles tem medo e asco sempre que o Conde aparece. Ele é um ser capaz de ameaçar matar um bebê, tenta casar com a filha adotiva de 14 anos. Sim, a aparência dele é tosca. Ele faz vozes diferentes para cada disfarce. Neil Patrick Harris divo captou tudo direitinho, sem nunca errar na dose.

E as crianças? Malina Weissman, Louis Hynes e Presley Smith também deram um show de credibilidade na pele de Violet, Klaus e Sunny Baudelaire, respectivamente. Uma das únicas coisas que eu havia gostado no filme de 2004 era dos atores mirins. Pois bem, na série, o elenco é mais uma das coisas que se supera.
Além disso, a série do Netflix capta cada um dos elementos que tornam a saga tão especial. Não é a historia contada, mas o estilo. O humor negro, o figurino, as definições de palavras, a legenda das falas da bebê Sunny. A música de apresentação. O narrador onipresente (e bota onipresente nisso) Lemony Snicket. Está tudo lá.

A primeira temporada tem oito episódios, contando a história dos quatro primeiros livros, e mais alguns elementos novos. Eu, aconselharia a ler os livros antes, para aprimorar a experiência. Vale muito a pena!

Beijinhos da Lari

Olá amores, tudo bem com vocês?
Eu ando beeeem cansada, voltei ao mestrado, então estou na maior correria... Falando em mestrado, estava pensando em fazer um post sobre a vida na graduação e consequentemene pós-graduação. O que acham? 
Voltando ao post, hoje trago a resenha de um livro que para mim foi muito interessante, pois retrata a vida na indústria exatamente nas áereas que irei atuar (quem sabe?).

Não Quero ser Chefe
Autor: Aureovaldo S. Lino
Páginas: 104
Editora: Planeta Azul
Nota: 💙💙💙
Onde Comprar: Planeta Azul
*Livro cedido pela Editora

SINOPSE: Tendo atuado como gestor e diretor em diversas empresas, o autor lidou com vários chefes de perfis diferentes, dos quais reteve suas características básicas como aprendizado para sua carreira e, diante da oportunidade de colocar tudo o que viveu no papel, procurou estabelecer paralelos entre tais perfis de chefia. O assunto é tratado com muita seriedade, já que são expostos fatos reais, ocorridos em sua carreira profissional. Aproveita também para pontuar determinadas questões com bastante humor, ironia e irreverência.

O autor passou nesse livro exatamente aquelas situações que vivenciou ao longo de sua vida no meio da indústria. Então poderemos ver de perto o quanto esse meio é competitivo, o quanto pessoas irão tentar lhe passar a perna e principalmente quantos chefes despreparados iremos encontrar no caminho. O Aureovaldo conseguiu tirar de cada experiência uma lição, e são essas lições que banham o livro com ensinamentos muitos valiosos para todos que buscam galgar um lugar ao sol nas indústrias desse país.  

Através de "Não quero ser chefe" foi possível perceber em quantas empresas diferentes o autor já atuou, indo de multinacionais à aquelas que tinham acabado de iniciar suas tarefas. Mesmo sendo formado em Química, o Aureovaldo já trabalhou em diversas áreas, passando pela Qualidade, Engenharia de Produção até a Logística. 
Nesse ponto da narrativa minha atenção foi totalmente chamada, pois para quem não sabe, sou formada em Logística e meu mestrado é em Engenharia da Produção, então praticamente tudo que estava nesse livro serviu para mim.
"Não espere que a sua caminhada rumo ao topo seja coberta apenas de flores, e que os espinhos permaneçam escondidos, prontos a lhe ferir num momento de descuido"
As experiências são narradas de forma clara, o leitor consegue imaginar cada situação e até se enxergar em algumas (quem não já foi ou conhece alguém que foi demitido sem um bom motivo?). Percebemos o quanto existem pessoas acomodadas no ambiente de trabalho, o quanto alguns "chefes" são totalmente egocêntricos e querem ser bajulados por todos a sua volta e dessa forma temos os bajuladores, que fazem questão de lamber o pé de quem paga seu salário. Seria certo esse tipo de chefe? Como lidar com um bajulador?   

É difícil aceitar tudo que lhe é imposto em um ambiente de trabalho, principalmente quando certos pedidos são infundados e inaceitáveis, por esse motivo e muitos outros, o autor acabou batendo de frente com vários chefes e ao longo dos anos colecionou demissões e outras tantas vezes, se demitiu.
Trabalhar em um ambiente inconstante e movimentado pode ser pesado para lgumas pessoas, mas creio que para o autor (como para mim) é esse ambiente que nos motiva, não desejo entrar em uma empresa que esteja linear, quero me desafiar e ser desafiada. 
"Defina bem metas e objetivos, para ser bem sucedido na vida" 
Para algumas pessoas o livro pode soar como cansativo, mas se você almeja ser chefe de qualquer coisa é uma leitura muito válida. Alguns termos podem ficar confusos para quem não possue profundidade no tema, mas não é nada que interfira na mensagem central do livro, que é esclarecedora e nos faz terminar o livro com a sensação de esperança, esperança que as indústrias possam finalmente ter em seus postos mais altos pessoas capacitadas para o cargo.  

Terminei a leitura tendo a mesma certeza que o autor: Não quero ser chefe! Em hipótese alguma quero ser um mero chefe, aquele que não escuta, que não presta atenção, que não sabe avaliar corretamente os seus subordinados. Eu quero algo a mais! E sei que você que está lendo esse post também quer o algo a mais, então não fique parado. Mude o que for preciso, não abaixe a cabeça para ninguém e principalmente, trate as outras pessoas como gostaria de ser tratado!
"Tenha em mente que ninguém é insubstituível, nem mesmo você"
Indico o livro, pois além de tudo é uma leitura rápida, que podemos acabar em menos de uma hora! Tirei daqui conselhos que empregarei com os meus futuros subordinados, se até lá não mudar de ideia haha Mas isso é contexto para outro post!
Espero que tenham curtido a resenha e quem se interessou lembre-se que:
Esta obra pode ser adquirida através do site da editora: www.planetazuleditora.com.br
"Hoje você está chefe, amanhã poderá não estar mais nessa posição. Aquele a quem você humilha pode, numa tremenda reviravolta do destino acabar por se tornar o seu superior"

Beijinhos da Lice
   

Olá meninas e meninos!!!! 
Quantos aqui estavam ansiosos para o nosso primeiro encontro de 2017 comenta 'EUUUUUUU'. E em seguida, deposite R$: 1.000,00 na minha conta ainda hoje!! (Ê, brincadeira!) Essa foi só pra quebrar o gelo. kkkk

Galera, as minhas publicações sempre serão em tons de descontração. Mas com temas interessantes a serem abordados aqui. Será um pouco das minhas vivências e observações que venho fazendo nesses meus 23 anos de vida. Bem vividos! E claro, com a ajuda e interação de vocês nos comentários, sugestões de temas, livros, assuntos a serem abordados, problemas em casa, conselhos e etc. Mas vocês podem estar se perguntando: Pedro, tu só tem 23 anos de idade, como pode ajudar a gente em problemas 'X'? Gente, ainda tenho muito o que aprender nessa vida... Mas é como minha mãe diz: Meu filho tua vida daria um filme. Se eu contar tua história pro carroceiro, até o burro chora.

Não sou o Google que tem todas as respostas desde, como se frita um ovo até como se faz macumba em encruzilhada, mas no que eu puder ajudar, apoiar, comentar, curtir, chorar, fazer rir, responder, doar dinheiro(quando eu ganhar na mega da virada), descontrair... Ou seja, tudo(menos matar e roubar) eu ajudo. Vocês agora fazem parte da minha família! Meus 'cute-cute'.

E hoje decidi trazer um tema que todos aqui já vivenciaram. Não teve um que ainda não passou por isso que é SUPERAÇÃO!!!

Quem nunca se superou na vida?! Todo mundo não é verdade. A vida é feita de barreiras e desafios, alguns parecem que nunca serão superados, e que muito menos iremos aguentar tal situação. Mas nada melhor que um dia após o outro para mostrar que TUDO PASSA(até a Uva-passa).

Os problemas que enfrentamos em nossa vida, muitas das vezes, são provações para saber se somos merecedores de estarmos vivo. Às vezes nem reparamos, mas você já parou pra pensar que só pelo fato de ter acordado, levantado da cama, tomado seu café; o prazer de poder estar lendo esse post, dizer para uma pessoa que a ama, poder comer o que gosta, escolher a roupa que vai vestir, qual livro ler, pra onde quer viajar, entre tantas e tantas outras coisas é um milagre? Parece bobagem, mas não é!!! Quantas pessoas queriam poder ter tido essa chance que você está tendo hoje, e não tem. Infelizmente! Mas mesmo assim ainda encontramos pessoas 'reclamonas' pelo o que tem. Talvez você se identifique, e seja, esse tipo de pessoa. Se caso for e se identifique, até mesmo quem não se identifica, para um pouco e agradeça pelo o que tem. Desde as coisas simples, essas são as mais importantes na vida.

Um livro bom que deveria ser leitura obrigatória de todo leitor é EXTRAORDINÁRIO. O livro conta a história de August Pullman, um menino de 10 anos portador de uma deformidade facial, que o impediu de ter uma rotina “normal” de uma criança de sua idade - o que mudará a partir de sua matrícula no colégio e a convivência diária com outras crianças da mesma idade. Ao longo dos capítulos, o livro conta a história na visão do próprio August e das pessoas que o cercam, incluindo, seus novos colegas de escola.


“Extraordinário” é um daqueles livros que faz com que a gente se sinta na pele do personagem. Essa sensação fica ainda mais evidente quando você, de alguma forma, passou por alguma situação de bullying no colégio, ou quando você se sente diferente de alguma maneira dentro de um grupo. E também, é um tapa na nossa cara quando erramos e julgamos o livro pela capa. 

É tão bom ouvir e relembrarmos as vezes que você SUPEROU tal problema. Não é mesmo?! E se você estiver passando por um problema agora... calma meu querido. Nada é para sempre!! Lembre-se de agradecer. Tudo na vida tem um propósito. Eu detesto pessoas que reclamam de barriga cheia. Mas tudo bem... fazer o quê?? O que seria de nós sem o exemplo delas! 

Um exemplo de superação meu, é final de período da Universidade. Galera, quando chega esse período pareço mulher de TPM(saí de perto). Mas no final tudo acaba dando certo e eu acabo me superando!! A maior superação de todas será quando eu terminar esse universidade kkk 

Galera o lema dessa semana é: AGRADECER TODO DIA. E SUPERAR SEMPRE! 

Não é o tio XUXA que está aqui, mas é hora de dar tchau. Ahhhhhhhhhhhhh!! 

Se alguém já leu EXTRAORDINÁRIO deixa aqui seu depoimento e sua experiência ao ler o livro. Quem ainda não leu, essa é dica de leitura da semana. 

Beijo no coração de vocês, Pedro.

Heey peoples, tudo bem?

A resenha de hoje é do livro "Jardim em Chamas" do parceiro Gustavo Grossi. O livro retrata um tema muito polêmico, então, confesso que escrever essa resenha não foi nada fácil. Vamos lá!

Jardim em Chamas
Autor: Gustavo Grossi
Páginas: 526
Editora: Chiado
Nota: 💙💙
Onde Comprar: Chiado / Saraiva / Cultura
SINOPSE: Jardim em Chamas não é apenas mais um livro sobre a cannabis, mas um romance que descreve um mundo que está em chamas e mesmo assim com grande voracidade, a sociedade ainda empenha uma guerra contra essa planta, que traduz-se em opressão contra seres humanos, o fortalecimento do crime organizado, a consequente militarização da sociedade e o total repúdio ao potencial industrial, medicinal e econômico da cannabis que por si só poderia ser a solução para tantas crises ambientais, financeiras e sociais, as quais todos somos confrontados. Nesse romance sobre um mundo em chamas e cada vez mais totalitário, Togz e Frankz lutam por suas liberdades de dentro de um presídio de segurança máxima, na cidade do Rio de Janeiro, por terem cultivado a cannabis e logo aprendem que são eles que devem provar suas inocências e não o estado provar que são culpados. A inversão de um suposto direito democrático. Presenciam também o poder alienante que a grande mídia rege sobre a vida das pessoas e a inquietante e aterrorizante intromissão do estado na privacidade dos cidadãos, tanta vezes repetidas na história. Jardim em Chamas mostra-se uma obra mordaz que chega em uma época de maior aceitação da cannabis e de rápidas e bruscas mudanças.
"Precisamos ter mentes independenes que investiguem e não se baseiam em dogmas sem fundamentos e simples fofoca"
"Jardim em Chamas" é um livro que tem como tema central a cannabis, mas conhecida como maconha. Teremos a história de Togz e Frankz, respectivamente filho e pai que fazem uso da planta para obterem um estado de paz. O livro terá a mistura da ficção com passagens focadas nos benefícios, preconceitos e desafios para os usuários da Cannabis.

Togz foi o primeiro a ter contato com a planta. Ele conheceu-a quando fazia faculdade e começou a fazer uso por influência dos amigos. Depois de um tempo nos Estados Unidos, ele adquiriu conhecimento suficiente para cultivar a planta em seu apartamento, em uma espécie de estufa. Togz, como a maioria das pessoas, já chegou a considerar a cannabis como um mau disseminado pelo demônio.
De volta ao Brasil, Togz apresenta a planta ao seu pai e juntos, os dois começam a fazer uso e cultivar a cannabis.
"Os homens são muitas vezes estúpidos demais para perceberem as flores nos jardins ou os aromas de uma tarde de primavera"
No entanto, certo dia a polícia bate em sua porta e ao revistar o apartamento encontra a plantação, levando pai e filho direto para a delegacia. A polícia é implacável e não procura saber se ambos são realmente traficantes ou apenas usuários. Logo depois, pai e filho são transferidos para o presídio de segurança máxima em Xangu.
Na prisão, ambos sofrerão o pão que o diabo amassou, tendo que se adequar a vida naquele local. Do lado de fora, a mídia caiu em cima dos dois, condenando-os e fazendo do caso um grande reboliço.

Será que a polícia é realmente justa? Os usuários da cannabis são discriminados com razão? Pai e filho conseguirão ter um julgamento justo e sair desse inferno o quanto antes?
"A cannabis trazia paz, alegria, fome e uma forma de terapia que traz a desconstrução do ego. A cannabis tira a raiva do ser humano"
 

O livro toca em assuntos muito polêmicos em nossa sociedade. Falar de cannabis, injustiça do sistema judiciário e julgamento prévio é muito complicado, principalmente para mentes tão pequenas que desejam se permanecer trancadas. O autor foi muito corajoso ao escrever sua obra.

Temos no livro uma visão geral de como surgiu a cannabis, quais as sensações que ela proporciona ao usuário e quais os seus benefícios. É citado como benefício a paz interior, um bem estar e possíveis curas para a AIDS e câncer. Esses dois últimos tópicos, para mim, soavam como muito fantasiosos, mas ao realizar uma pesquisa rápida na internet, encontrei matérias sobre isso no Jornal O Globo em 2014.
"O universo e a natureza estão no controle de tudo. É só deixar fluir"
"Jardim em Chamas" é narrado em terceira pessoa e no começo do livro o autor deixa claro que na sua opinião o mundo é dominado pelos Illuminates. Os Iluminados são um grupo de pessoas que desejam dominar todas as ações das pessoas, usando de alguns fatos para realizarem uma espécie de lavagem cerebral e apagando certos acontecimentos de nossa história.        
A mídia também é tratada como sensacionalista e a maior culpada de realizar a lavagem cerebral. É citado como a mídia sensacionalista consegue influenciar as pessoas e aliená-las em determinada direção, não importando-se em mostrar o outro lado da história.

Sabemos o quanto a cannabis é motivo de preconceito em nosso país. Um usuário da planta é logo considerado um drogado ou traficante. Em outros países, como a Holanda (onde o índice de IDH é um dos mais altos do mundo) a planta é legalizada e o uso é feito nas ruas, desde que não ultrapasse limites pré-estabelecidos. 
O livro tem o objetivo de levantar exatamente essa questão: por que a cannabis não é legalizada no Brasil?
"O político brasileiro só estava interessado no seu mandato de 4 anos. Assim a sociedade brasileira continuaria estar em um estado permanente de guerra civil"

   
Outro ponto levantado pelo autor é em relação ao preconceito social. Um pobre quando faz uso da cannabis é logo banalizado, enquanto que os ricos fazem uso constante e com eles não ocorre nada.
Essa situação fica explícita quando vemos o que aconteceu com Togz e Frankz. Pai e filho não eram traficantes, não repassavam o que plantavam, apenas faziam uso, mas por não possuírem uma posição na alta sociedade foram presos mesmo sem provas. Será que esta situação já não aconteceu outras vezes? Por que julgamos as pessoas pelas coisas que apenas vemos pela mídia?

A edição do livro deixa a desejar, pois pela quantidade de páginas o livro deveria ser melhor, pois é muito pequeno, ficando rechonchudo e isto complica a leitura. Outra coisa que pode ser melhorada é o fato de o autor ficar sempre remoendo o mesmo assunto, e algumas páginas não passam de repetições. Eu entendo que o objetivo disto era fixar a ideia, mas não seria esse um meio igual ao da mídia? Repetição para dominar mentes?
"O dogma não permite um debate imparcial e justo. O dogma limita a mente humana"
A intenção do livro é provocar questionamentos e reflexões que envolvem a cannabis, o sistema prisional e o que é divulgado pela mídia. Eu consigo enxergar os dois lados: o dos que proíbem e o dos que buscam a liberação da planta. Os que proíbem possuem como maior argumento o país nada desenvolvido que temos, então a liberação pode acabar piorando a situação. Quantos aos que buscam a liberação, usam os casos de sucesso para basear-se, além dos possíveis benefícios medicinais.
Acabei a leitura do livro não tendo um lado definido, então minha opinião não foi mudada em relação a planta. Quanto a justiça do nosso sistema presidiário, realmente refleti; e quanto a mídia a reflexão foi maior ainda!

É tão fácil julgar quando não estamos naquela situação, mas o difícil é aprender a olhar todos igualmente. Nem todos que fazem uso da cannabis são bandidos, nem todos que são designados para nos proteger nos protegem e principalmente, nem todas as informações que nos são passada são reais.
Esse livro é para aqueles que possuem a mente aberta e que estão dispostos a ver um outro lado da história. Não é uma leitura fácil e nem simples!
"Enquanto os ricos no Brasil se esbaldam com as drogas de suas escolhas, os pobres são presos com a mínima quantidade, sendo acusados de traficantes"
Obrigado ao Gustavo, no fim me fez enxergar outros núcleos da nossa sociedade!


Redes Sociais do Autor:

"Sim, a Terra está em chamas. Mas, acima de tudo são chamas mentais e espirituais"

Beijinhos da Lice

Olá amores,

Faz um tempo que fechei parceria com o Lucas de Lucca, autor de "O Corvo Negro". Hoje venho mostrar um pouquinho sobre o autor e sobre a sua obra. Estou extremamente feliz pela parceria, até porque a história tem tudo para ser um sucesso. Vamos lá comhecê-los?

Lucas de Lucca é o autor do livro O Corvo Negro, primeiro volume da Trilogia das Plumas. Mas muito antes de ser autor de fantasia, Lucas de Lucca é um apaixonado por filmes, séries, jogos e desenhos que usam o máximo da capacidade humana em pensar o inimaginável. Nascido há quase duas décadas atrás na capital paranaense de Curitiba, o garoto de cerca de oito anos já passava boa parte do dia ocupado com essas mesmas paixões, mas sempre criando seus próprios enredos, estes muito simples, mas igualmente impensáveis. Quando tinha nove anos, foi levado para a cidade de Bento Gonçalves, localizada na serra gaúcha, onde teve o primeiro contato com uma cultura diferente. Após aprender o novo dialeto e parar de chamar estojo de penal, Lucas de Lucca iniciou seus estudos na Escola Fundamental Vânia Medeiros Mincarone. Onde foi muito incentivado por uma série de professoras que diziam ver um potencial em sua imaginação. Mais tarde, migrou para o ensino médio, no Colégio Visconde de Bom Retiro, onde mais uma vez foi agraciado com mestres que o ajudaram a terminar seus livros. Em 2013 Lucas de Lucca começava seu primeiro livro, intitulado de O Corvo, e redigido sobre um bloco de notas, apoiado em uma mesa de plástico na varanda de uma casa de praia. Aquelas sessenta páginas mais tarde deram a base para a criação da Trilogia das Plumas. Naquele mesmo ano o autor expôs cerca de cento e vinte páginas de seu trabalho na feira do livro da escola. No outro ano, a obra estava pronta e ele voltou à mesma feira. As duas cópias iniciais se perderam, foram levadas por algum participante que tem em mãos dois dos manuscritos mais incompletos e cheios de erros da história da literatura. Após isso, o autor tentou o Fundo Municipal de Cultura de Bento Gonçalves, onde foi contemplado no ano de 2015, conseguindo o incentivo monetário que faltava para publicar sua primeira obra, “O Corvo Negro”.
Em 2017 Lucas de Lucca lança dois livros. Um deles em um universo novo e ainda mais cheio de magia e aventura. O outro, uma parceria com o ilustrador Anderson Lopes, que rendeu uma obra espiritualizada e cheia de descrições de dar calafrios aos mais valentes. Ambas as obras também foram proporcionadas pelo Fundo Municipal de Cultura, sendo que hoje Lucas de Lucca também é produtor cultural, ou seja, ajuda outras pessoas a realizarem seus sonhos artísticos.
Agora vamos ver a sinopse e a capa do livro? Garanto que você irá ficar sem ar com cada linha!


SINOPSE: Ukel mora na capital do reino de Gor em um mundo fantástico repleto de magia e armas mundanas em duelo, mas ele é apenas uma criança. Após as guerras arcanas, a cidade onde vive recebe refugiados do norte e a vida do garoto muda ao conhecer Merienir, uma elfa de cabelos prateados refugiada, e Farem, um órfão de Gor. O Corvo Negro mostra a escalada de Ukel no mundo do crime até se tornar um corvo, um caçador de monstros e alfeitores. Traição, sangue e malícia guiam o caminho do jovem em uma trilogia empolgante onde o protagonista é apenas um homem com seus próprios interesses.




Para conhecer mais sobre a obra e o autor sigam-o nas suas redes sociais:

Termino meu post agradecendo ao Lucas pela oportunidade de me tornar sua parceira. Que possa ser uma mão dupla de satisfação de ambas as partes!


Beijinhos da Lice

Hey amores, agora iremos ficar com a apresentação da Larissa! Vamos dar boas-vindas a ela!


Oi, gente! 


Escolhi essa foto pra quebrar o gelo. Afinal, a Gnoma Leitora me convidou para ser colaboradora no site, e escrever sobre filmes, livros e séries. Para quem não conhece, Bridget Jones é um filme baseado em um livro. Aliás, uma série de livros.

Meu nome é Larissa Rumiantzeff. Sou tradutora, intérprete, professora de inglês, e escritora no site wattpad. E agora, blogueira. Estou aqui porque amo muito livros. De Shakespeare a JK Rowling. De Charles Dickens a Paula Pimenta. Acho os e-books uma invenção maravilhosa, porque francamente, não cabem mais livros na minha prateleira. Mas mesmo assim, não existe cheiro melhor do que o de livro novo.

Sou tipo o Brick, assim. Sabe o Brick de “The Middle”? Que lê o tempo todo? Ou a Rory Gilmore, um pouco mais antiga (minha contemporânea) da série “Gilmore Girls”. Exceto a parte de ler em festas. Outra série que amo de paixão é Buffy, a caça vampiros. Essa mora no meu coração, com direito a tatuagem e tudo. E um dia, se tudo der certo, postarei algo sobre essa série.

Além disso, adoro filmes. Acho que iria ao cinema todos os dias se pudesse. Gosto de vários gêneros, e por incrível que pareça, eu amo adaptações literárias. É que eu fico curiosa pra saber o que o roteirista e o diretor fizeram com o livro. Claro que nem sempre dá certo, questões de tempo e orçamento. Mas é sempre legal ver como encontraram soluções, e quem escolheram pra cada personagem.

Bom, isso é um pouco sobre mim. À medida que eu for escrevendo, adoraria ouvir seus comentários, sugestões e de repente pedidos de resenhas.



Beijinhos,


Larissa

Olá amores, 

Hoje trago uma super novidade para vocês. O blog agora terá dois novos colaboradores: A Larissa e o Pedro. Trago aqui, o texto de apresentação do Pedro e logo mais sai o da Lari. Então fiquem ligadinhos e sejam educados com os nossos novos tripulantes hein?!



Olá meninas e meninos, muito prazer a todos os leitores da GNOMA. Eu me chamo Pedro Corrêa e sou o mais novo colaborador aqui do blog (Bendito fruto entre as mulheres). E ao som de Tiago Iorc estou escrevendo esse post (Não sei porque falei isso, mas tudo bem. Vamos lá!).
Tenho 23 anos e sou estudante de Biblioteconomia na Universidade Federal do Maranhão - UFMA. Sou, também, o administrador do @Caisdaleitura no instagram, perfil dedicado à amantes dos livros. Depois da uma passada lá e confere!



Nossos encontros serão todas as as quartas-feiras nesses mesmo canal para falarmos de TUDO UM POUCO!!! Teremos post's dos mais diversos assuntos, desde livros até músicas. Estou muito ansioso por esses momentos que passaremos juntos, pois será uma maneira de nos conhecermos um pouco melhor. 

Desde já agredeço ao Blog GNOMA LEITORA pelo espaço cedido. Aguardo vocês no nosso primeiro encontro (Que não é com a Fátima Bernades). Mas espero que vocês gostem de mim. Embora não pareça eu sou fofo e gosto de chocolate. 

Beijo no coração de vocês, Pedro